Oiço o rufar dos tambores,
ao longe...
Vejo, do passado,
a voz da juventude....
Sinto-me jovem na alma,
na quietude.
Sou das armas ser
e pelas armas, monge.
A um toque me ergo,
em alvorada;
A outro toque obedeço
ao recolher;
Pela Nação não faltarei
à chamada
Pela Pátria, altivo,
saberei morrer.
Raiz do solo Pátrio,
renovado...
Seiva humana de audazes
combatentes;
Ramos hasteados,
por armas fulgentes;
Tronco são, de um fruto são
e honrado.
Árvore da vida
de sonho profundo...
Caminho duro
em sinuoso sofrer;
Passo firme
ante o vacilar do Mundo.
«DOCE E HONROSA
A GLÓRIA DE MORRER».
12/12/1980 – Poema das “Bodas de Prata” do curso entrado em 1955 na então Escola do Exército. (Pergaminho existente na Academia Militar)
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário