Bem queria ver
mais longe
que o Além!
Subir, bem alto,
onde jamais alguém
Voar subiu
ou se viu
(p’lo horizonte!)...
Ver do Alto
o mar;
a terra;
o Mundo
Do mesmo azul profundo
(em minha fronte)...
Ver todos e também
não ver ninguém!
quarta-feira, 17 de março de 2010
domingo, 14 de março de 2010
RUMO INCERTO
Troco as nuvens
p’lo luar
Em noites
de solidão
Procurando
com o olhar
Perder-me
na imensidão...
Voo espaços
voo tempos
P’lo azul
profundo
Para afastar
meus lamentos
Das mágoas
tristes do mundo...
Já tão longe
sem parar
Num rumo certo
e incerto
Sem saber
o seu findar
E se estou longe
ou estou perto?!
p’lo luar
Em noites
de solidão
Procurando
com o olhar
Perder-me
na imensidão...
Voo espaços
voo tempos
P’lo azul
profundo
Para afastar
meus lamentos
Das mágoas
tristes do mundo...
Já tão longe
sem parar
Num rumo certo
e incerto
Sem saber
o seu findar
E se estou longe
ou estou perto?!
sexta-feira, 12 de março de 2010
MINHA GALÁXIA
Temo do Universo:
A fúria dos astros
Um dilúvio de estrelas
Ou o fogo dos cometas...
Temo do Universo:
A escuridão da lua
A cegureira do sol
Ou o tremor dos planetas...
Temo do Universo:
O silêncio do vazio
A imensidão do infinito
Ou a guerra das estrelas...
De que Galáxia sou?
Qual o Mundo que é meu?
Em que Terra estou?
Afinal, quem sou eu?
Serei apenas um sopro de grão,
de um grão ao vento,
perdido na imensidão do tempo!
Serei um átomo de uma célula,
célula que no seu pequeno todo
afinal, não é nada!
Serei de uma folha ao vento (em ilusões)
árvore seca, sem nome e sem raíz
que ninguém pensará ser o resto d’um país,
ou gota de orvalho, apenas lágrima
escondida e perdida, sou!
entre milhões!?...
A fúria dos astros
Um dilúvio de estrelas
Ou o fogo dos cometas...
Temo do Universo:
A escuridão da lua
A cegureira do sol
Ou o tremor dos planetas...
Temo do Universo:
O silêncio do vazio
A imensidão do infinito
Ou a guerra das estrelas...
De que Galáxia sou?
Qual o Mundo que é meu?
Em que Terra estou?
Afinal, quem sou eu?
Serei apenas um sopro de grão,
de um grão ao vento,
perdido na imensidão do tempo!
Serei um átomo de uma célula,
célula que no seu pequeno todo
afinal, não é nada!
Serei de uma folha ao vento (em ilusões)
árvore seca, sem nome e sem raíz
que ninguém pensará ser o resto d’um país,
ou gota de orvalho, apenas lágrima
escondida e perdida, sou!
entre milhões!?...
sexta-feira, 5 de março de 2010
ESTRELA DA ILUSÃO
Não vi no céu
a estrela da ilusão
Nem na aragem
o refrescar do desejo...
Senti apenas o aroma
de um beijo
Belo, cego e louco
de paixão.
Vi o desgosto
do passado inesquecido
E de tudo que foi
voando ao tempo...
O passado e mais tudo
levou o vento
E me transformou
num ser esquecido!
a estrela da ilusão
Nem na aragem
o refrescar do desejo...
Senti apenas o aroma
de um beijo
Belo, cego e louco
de paixão.
Vi o desgosto
do passado inesquecido
E de tudo que foi
voando ao tempo...
O passado e mais tudo
levou o vento
E me transformou
num ser esquecido!
quarta-feira, 3 de março de 2010
MARAVILHA DO MUNDO
Que queres que sonho então
quando acordados
Se dormindo meus sonhos
se repetem?!
Por tãobelos;
profundos:
impensáveis
Da ausência (em bocado)
do pecado
Que nem sei s’alguém
jamais os sentem
Como carinhos
e ternuras
desejáveis!
São momentos de saudade
e d’esperança
Em sorrisos puros
de criança.
São ais:
são suspiros
liberdade
São afectos,
dos afectos da lembrança!
É o passado vivido
adormecendo.
É um sorriso constante
em alvorada.
Um despertar suave
da coisa amada
Lentamente aclarando
o amanhecendo!
É a tranquila paz
d’um sono fundo
No descanso terno
e justiçado.
É o futuro voando
p’lo passado...
Maravilha tal
que tem o Mundo!
Por tudo isto, senão,
direi então (...)
Que pouco ou nada haverá:
mais que o sonhar!
É como a vida fosse
só amar
E o corpo, de nós,
só coração!
quando acordados
Se dormindo meus sonhos
se repetem?!
Por tãobelos;
profundos:
impensáveis
Da ausência (em bocado)
do pecado
Que nem sei s’alguém
jamais os sentem
Como carinhos
e ternuras
desejáveis!
São momentos de saudade
e d’esperança
Em sorrisos puros
de criança.
São ais:
são suspiros
liberdade
São afectos,
dos afectos da lembrança!
É o passado vivido
adormecendo.
É um sorriso constante
em alvorada.
Um despertar suave
da coisa amada
Lentamente aclarando
o amanhecendo!
É a tranquila paz
d’um sono fundo
No descanso terno
e justiçado.
É o futuro voando
p’lo passado...
Maravilha tal
que tem o Mundo!
Por tudo isto, senão,
direi então (...)
Que pouco ou nada haverá:
mais que o sonhar!
É como a vida fosse
só amar
E o corpo, de nós,
só coração!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
NOSSA SENHORA DO AR
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
MÃE
Pela mão
do teu Santo redentor
SubisteMãe terna
em estranha dor,
Ao eterno Céu
suavemente...
Junta a tua alma
e o amor
À alma de meu pai
e teu Senhor,
Sob o etéreo véu
perpetuamente
Se Lá,
no gélido altar
O teu calor
resguardar
o pesar que me assiste
Ora, por mim,
com todo o teu fervor
e verás
(em cego olhar)
Mãe!
Um olhar cego e triste
a chorar
por ti,
(também)
eternamente!...
À minha Mãe – 9/6/1980
do teu Santo redentor
SubisteMãe terna
em estranha dor,
Ao eterno Céu
suavemente...
Junta a tua alma
e o amor
À alma de meu pai
e teu Senhor,
Sob o etéreo véu
perpetuamente
Se Lá,
no gélido altar
O teu calor
resguardar
o pesar que me assiste
Ora, por mim,
com todo o teu fervor
e verás
(em cego olhar)
Mãe!
Um olhar cego e triste
a chorar
por ti,
(também)
eternamente!...
À minha Mãe – 9/6/1980
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